Sora, pode escrever de caneta? (porque na 5ª série eles já têm canetas)
sora, é pra fazer de lápis ou de caneta? (porque eles ainda não sabem usar as canetas que têm)
sora, é pra fazer quantas? (porque eu disse que era pra escolher 10 de 20 e eles queria fazer só 3)
sora, é pra fazer com a folha assim ou assim? (retrato ou paisagem)
sora, tu me ensina um pouco de inglês? (porque eu inventei de dizer que era professora de inglês também)
sora, eu vou fazer a pergunta de uma cor e a resposta de outra cora, tá (porque na 5ª série eles têm canetas coloridas)
sora, teu telefone tem Wi-Fi (?????????)
E, na volta, toda a água do céu gaúcho resolveu cair em cima de mim e da minha motoca.
Mas, me diverti!
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
domingo, 19 de junho de 2011
Ah, como eu queria...
Que engraçado que foi eu ler o post anterior. Meu TCC está entregue, meu estágio acabou e eu não surtei. Estou surtando justamente com o que eu pensei que não me daria o menor trabalho: a formatura. Atravessei a ponte estágiotcc e, agora, tudo o que eu não queria era pensar na formatura. Queria escrever coisas aqui que poderiam me comprometer depois, mas acho que não vou. Hai pessoas loucas nesse mundo, e elas têm acesso à internet. Mas deixo um conselho: Seja o que for que acontecer, seja a ameaça que te fizerem, seja o preço que te pagarem, JAMAIS faça parte de uma comissão de formatura.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Previsão
Escrevo para dizer que ainda não surtei porque ainda não atinei a começar tudo o que tenho que fazer. Hoje é dia 18 de abril de 2011. No dia 03 de junho, eu terei entregue o meu TCC. O que acontecerá nesse pequeno espaço de tempo é uma coisa que me assusta (um pouco). Meu TCC é um mestrado, disse a minha orientadora Marlene Teixeira. Que orgulho seria se ele estivesse pronto, não fosse apenas um mestrado potencial. Tem também o estágio de inglês, começo na semana que vem. O projeto tem que estar pronto também nesse feriado. Que bom seria se eu já tivesse feito. Minha formatura é no dia 19 de agosto de 2011, às 21 horas. Queria só pensar nisso, mas tenho que atravessar a ponte estágiotcc primeiro. Palavras de quem ainda não surtou. Provavelmente não haverá um post descrevendo o surto, estarei surtada. Tchau.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Ops!
Dessa vez, quem caiu com a minha moto fui eu (mas pelo menos eu tive a competência de cair com motivo e de um jeito até bem perigosinho, tipo, numa pista dupla do lado da BR, de noite e com chuva!!!)
Tudo bem, amanhã eu levo a minha coitadinha pra trocar algumas peças...
Tudo bem, amanhã eu levo a minha coitadinha pra trocar algumas peças...
domingo, 16 de maio de 2010
Falta tanto e tão pouco tempo
Depois de muito tempo, deixo de lado as tarefas de estágio e volto aqui pra falar do mesmo assunto de sempre: o meu amor.
Ando pensando no que vou sentir quando, finalmente, chegar o dia.
Imagino.
Que cara vou (vamos) fazer, que cara meu pai vai fazer, quantos litros minha mãe e minha vó vão chorar. E eu.
Eu, que ainda não me acostumei a vê-lo partir, talvez não tenha tempo de me acostumar.
E não sei como vou reagir no dia em que ele fizer a mala pra vir e não precisar mais voltar.
Talvez eu grite.
Talvez eu infarte.
Talvez eu só caia nos braços dele e fique por muito tempo, sem dizer nada...
Ando pensando no que vou sentir quando, finalmente, chegar o dia.
Imagino.
Que cara vou (vamos) fazer, que cara meu pai vai fazer, quantos litros minha mãe e minha vó vão chorar. E eu.
Eu, que ainda não me acostumei a vê-lo partir, talvez não tenha tempo de me acostumar.
E não sei como vou reagir no dia em que ele fizer a mala pra vir e não precisar mais voltar.
Talvez eu grite.
Talvez eu infarte.
Talvez eu só caia nos braços dele e fique por muito tempo, sem dizer nada...
segunda-feira, 1 de março de 2010
Coisa ¬¬ ²
Será o pé do cabrito que eu vou ter que começar a nomear os irmãos que caem com a minha moto pra não confundir os posts?? Faz meio ano que eu não escrevo aqui e, por uma linda ironia desse destino infame, venho hoje pra dizer que meu irmão caiu com a minha moto. Não o mesmo da outra vez. Da outra vez foi o Lucas, aquele bocó. Dessa vez foi o Elias, aquele toupeira.
Entortou tudo, chorei de raiva. Eu terminei de pagar essa bosta mês passado. Pra resumir, eles desentortaram e me chamaram pra ver se ficou bom. NÃO, NÃO FICOU BOM. Ficou uma porcaria. Mas desta vez eu não vou mandar desentortar direito, vou ligar pra loja e encomendar a porcaria da peça, nova e original. A peça não, as peças. E o Lucas vai ajudar o Elias a pagar, se não eu vou escrever o meu nome no tanque da moto nova dele que saiu essa semana da loja.
E NUNCA MAIS ME PEÇAM PRA ANDAR UM VOLTINHA NA MINHA MOTO. NINGUÉM.
Entortou tudo, chorei de raiva. Eu terminei de pagar essa bosta mês passado. Pra resumir, eles desentortaram e me chamaram pra ver se ficou bom. NÃO, NÃO FICOU BOM. Ficou uma porcaria. Mas desta vez eu não vou mandar desentortar direito, vou ligar pra loja e encomendar a porcaria da peça, nova e original. A peça não, as peças. E o Lucas vai ajudar o Elias a pagar, se não eu vou escrever o meu nome no tanque da moto nova dele que saiu essa semana da loja.
E NUNCA MAIS ME PEÇAM PRA ANDAR UM VOLTINHA NA MINHA MOTO. NINGUÉM.
sábado, 26 de setembro de 2009
Lombeira
Hoje eu estou num estado deplorável de preguiça grave. Não tô conseguindo nem pensar, de tão lesa…
domingo, 2 de agosto de 2009
Coisa¬¬
Estou especialmente irritada agora. Meu irmão caiu com a minha moto ontem. Na hora não fiquei nem um pouco irritada, apesar de ele ter destruído a frente dela. Pois acabaram de 'arrumar' e me chamaram pra ver se ficou bom. NÃO FICOU BOM. Vai desentortar direito essa merda desse pedal de freio antes que eu mande colocar um novo e original, já que me fizeram encher a minha moto de peça de segunda...
domingo, 28 de junho de 2009
Alívio
Andar pelos corredores da UNISINOS me dá asco, às vezes. Todos os assuntos giram em torno de TCC, pesquisa, relatório, trabalho etc etc etc. E as pessoas falam em voz alta, que é pra situar bem esta que escreve: "você está na academia, lugar de mentes pensantes que nunca param de pensar e falar sobre assuntos ligados à produção de conhecimento". Minha mente, também pensante, porém dirigida a assuntos mais interessantes, responde "blá blá blá cala essa boca". Ainda outro dia ouvi uma dessas bobagens e externei a uma colega "essa gente fala sempre sobre as mesmas coisas".
Não é que eu não pense e fale também sobre essas mesmas coisas, mas pelo menos eu tenho a consciência de que é chato. Algumas coisas são legais e eu sou até capaz de me divertir. Fazer terrorismo com colegas foi uma das coisas legais desse semestre! Mas fazer projeto não é legal, fazer diagnóstico não é legal, fazer entrevistas sobre coisas inúteis não é legal, se ver estreita nas aulas de inglês não é legal. E tem mais coisas que não são legais.
Eu só não consigo entender como é que existe gente que vive pra isso. A pessoa faz a graduação. Não contente faz o mestrado. E mais infeliz ainda faz o doutorado. E aí a pessoa não para nunca mais porque tem que dar conta de publicar artigo em cima de artigo pra engrossar o Lattes. E ainda falam que isso não é vida. É claro que não é! Eu, como sei que isso não é vida e não sou boba nem nada, depois da graduação quero por meus pés pra cima e ler só o que eu gostar. Ler os livros de literatura que, enquanto aluna de Letras, não pude por as mãos por falta de tempo (sim, sou uma aluna de Letras que não lê livros).
Foi diante desse quadro de horror e lamentações que rejubilei quando ouvi, nos corredores do templo do conhecimento, a máxima, a clássica, a célebre citação:
"Que tempo doido, né?".
E fui, contente em saber que há vida como eu na babilônia...
Não é que eu não pense e fale também sobre essas mesmas coisas, mas pelo menos eu tenho a consciência de que é chato. Algumas coisas são legais e eu sou até capaz de me divertir. Fazer terrorismo com colegas foi uma das coisas legais desse semestre! Mas fazer projeto não é legal, fazer diagnóstico não é legal, fazer entrevistas sobre coisas inúteis não é legal, se ver estreita nas aulas de inglês não é legal. E tem mais coisas que não são legais.
Eu só não consigo entender como é que existe gente que vive pra isso. A pessoa faz a graduação. Não contente faz o mestrado. E mais infeliz ainda faz o doutorado. E aí a pessoa não para nunca mais porque tem que dar conta de publicar artigo em cima de artigo pra engrossar o Lattes. E ainda falam que isso não é vida. É claro que não é! Eu, como sei que isso não é vida e não sou boba nem nada, depois da graduação quero por meus pés pra cima e ler só o que eu gostar. Ler os livros de literatura que, enquanto aluna de Letras, não pude por as mãos por falta de tempo (sim, sou uma aluna de Letras que não lê livros).
Foi diante desse quadro de horror e lamentações que rejubilei quando ouvi, nos corredores do templo do conhecimento, a máxima, a clássica, a célebre citação:
"Que tempo doido, né?".
E fui, contente em saber que há vida como eu na babilônia...
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Amor,
quando eu entrar de novo em desespero, por favor, não deixa eu esquecer que já enxergamos uma luz no fim do tunel...
Eu te amo.
Eu te amo.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
"Jóias" da família III
Lucas e Elias na versão Paulinho Mixaria de araque, só que mais engraçados que o próprio (eu tinha isso aí em vídeo, mas eles deletaram, não sei por que...).
Elias: Ai, meu véio, faz tanto tempo que tu não me procura...
Lucas: Também, veia, tu não te esconde... Vai te esconder oh, praga...
Elias: Ai, véio, véio desgraçado, desgraçado!
Lucas: Eu vou contar até 50. Aqui é o ferrolho.
Elias: Tá bem, meu véio.
Lucas: Aqui... Aqui é o ferrolho.
Elias: Tá.
Lucas: Um, dois... Dooois... Oh, véia, depois do dois é o quê?
Elias: É o três, meu véio.
Lucas: Três... Trêees...
Elias: Pode vim, meu véio, não precisa contar até o quatro.
Lucas: Ai, véia... Véia... Onde?... Te escondeu, minha véia? Oh, véia, oh... oh... oh, véia! Achei! Achei! Um, dois, três, véia!
Elias: Ah, véio desgraçado!
They are the men...
Elias: Ai, meu véio, faz tanto tempo que tu não me procura...
Lucas: Também, veia, tu não te esconde... Vai te esconder oh, praga...
Elias: Ai, véio, véio desgraçado, desgraçado!
Lucas: Eu vou contar até 50. Aqui é o ferrolho.
Elias: Tá bem, meu véio.
Lucas: Aqui... Aqui é o ferrolho.
Elias: Tá.
Lucas: Um, dois... Dooois... Oh, véia, depois do dois é o quê?
Elias: É o três, meu véio.
Lucas: Três... Trêees...
Elias: Pode vim, meu véio, não precisa contar até o quatro.
Lucas: Ai, véia... Véia... Onde?... Te escondeu, minha véia? Oh, véia, oh... oh... oh, véia! Achei! Achei! Um, dois, três, véia!
Elias: Ah, véio desgraçado!
They are the men...
sábado, 18 de abril de 2009
Vim dar uma varrida
Ninguém vem aqui há muito tempo, deve estar grosso de poeira.
Não tenho vindo aqui, nem pra escrever, nem pra olhar. Quando tenho tempo, não tenho assunto. Quando tenho assunto, não tenho tempo. Quando tenho tempo e assunto, não tenho vontade.
Semana passado meu assunto esteve aqui ocupando todo o meu tempo (e a minha vontade). Não vim aqui de novo!
Amanhã vou ganhar meu primeiro afilhado (não que eu queira mais que um, mas, enfim, é o primeiro). Uma aluninha lá da escola tem 5 anos e já vai ser dinda. Eu tenho 24...
Minha irmã ficou noiva do Cunhado (o meu, não o dela). A aliança dele não serve no dedo. A dela serve, mas ainda não botei reparo se ela tá usando ou não.
Tenho trabalhado um eito. Graças a Deus as coisas estão começando a se acalmar. E as pessoas também.
Tenho pensado muito também. Mas isso eu sempre faço, então desconsidera.
Deu. Tô com sono. Vou dormir...
Não tenho vindo aqui, nem pra escrever, nem pra olhar. Quando tenho tempo, não tenho assunto. Quando tenho assunto, não tenho tempo. Quando tenho tempo e assunto, não tenho vontade.
Semana passado meu assunto esteve aqui ocupando todo o meu tempo (e a minha vontade). Não vim aqui de novo!
Amanhã vou ganhar meu primeiro afilhado (não que eu queira mais que um, mas, enfim, é o primeiro). Uma aluninha lá da escola tem 5 anos e já vai ser dinda. Eu tenho 24...
Minha irmã ficou noiva do Cunhado (o meu, não o dela). A aliança dele não serve no dedo. A dela serve, mas ainda não botei reparo se ela tá usando ou não.
Tenho trabalhado um eito. Graças a Deus as coisas estão começando a se acalmar. E as pessoas também.
Tenho pensado muito também. Mas isso eu sempre faço, então desconsidera.
Deu. Tô com sono. Vou dormir...
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
"Jóias" da família II
Eu não queria ter que postar uma jóia atrás da outra, mas essa eu não aguentei...
Meu cunhado perdeu a carteira.
Diz ele que esqueceu em cima de um orelhão. Mas, depois de uma análise dos fatos, nós (Lucas e eu) descobrimos que não foi só assim...
Estava ele faceiro da vida pensando 'bah, tenho que ir buscar a Bi daqui a pouco, decerto ela vai ligar quando for a hora, ela sempre liga. Mas acho que vou ligar primeiro pra fazer uma surpresa'. Como ele não tinha fichas no celular, foi ligar de um orelhão.
Com o celular na mão, ele foi até o orelhão mais próximo, na frente de um mercadinho.
Largou o celular em cima do orelhão (e a carteira no bolso) e já ia discando quando tocou o celular.
Como costuma deixar o celular no bolso, foi no bolso que ele foi procurar o celular pra atender. Mas não era o celular que estava no bolso, era a carteira.
Ele atendeu mesmo assim.
Bianca: Oi, Bem, tu vai vir me buscar?
Cunhado: Bah, Bem, eu já tava te ligando! Aonde que tu tá?
Bianca: Chxhxwhdxchxchgxhiiiiiii
Cunhado: Bem, fala mais alto, não dá pra entender nada!
Bianca: Nsjfjw claro, Bem! Dfjkwefd tu atendeu a carteira neufhweuiawe esse é o barulho do teu Hipercard chiando cgshdhcwehgf.
Cunhado: Ahmm, eu deixei o celular lá em cima...
E voltou pra pegar o celular. E deixou a carteira lá em cima.
E foi assim, exatamente, que ele perdeu a carteira.
Agora ele fica ligando pro mercadinho pra ver se ninguém achou...
Meu cunhado perdeu a carteira.
Diz ele que esqueceu em cima de um orelhão. Mas, depois de uma análise dos fatos, nós (Lucas e eu) descobrimos que não foi só assim...
Estava ele faceiro da vida pensando 'bah, tenho que ir buscar a Bi daqui a pouco, decerto ela vai ligar quando for a hora, ela sempre liga. Mas acho que vou ligar primeiro pra fazer uma surpresa'. Como ele não tinha fichas no celular, foi ligar de um orelhão.
Com o celular na mão, ele foi até o orelhão mais próximo, na frente de um mercadinho.
Largou o celular em cima do orelhão (e a carteira no bolso) e já ia discando quando tocou o celular.
Como costuma deixar o celular no bolso, foi no bolso que ele foi procurar o celular pra atender. Mas não era o celular que estava no bolso, era a carteira.
Ele atendeu mesmo assim.
Bianca: Oi, Bem, tu vai vir me buscar?
Cunhado: Bah, Bem, eu já tava te ligando! Aonde que tu tá?
Bianca: Chxhxwhdxchxchgxhiiiiiii
Cunhado: Bem, fala mais alto, não dá pra entender nada!
Bianca: Nsjfjw claro, Bem! Dfjkwefd tu atendeu a carteira neufhweuiawe esse é o barulho do teu Hipercard chiando cgshdhcwehgf.
Cunhado: Ahmm, eu deixei o celular lá em cima...
E voltou pra pegar o celular. E deixou a carteira lá em cima.
E foi assim, exatamente, que ele perdeu a carteira.
Agora ele fica ligando pro mercadinho pra ver se ninguém achou...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
"Jóias" da família
Bianca escavacando os dedos com o alicate de unha, Lucas de costa para ela, à mesa, tomando café, Natália no sofá, entre os dois, olhando Bianca escavacar os dedos e Lucas tomar café.
Bianca: Vou ser obrigada a ir num dermatologista, isso não pode ser normal.
Lucas: O que?
Bianca: Esses meus dedos secos nas pontas.
Lucas: Também, tu tá sempre arrancando essas cutículas.
Bianca: Não é por isso, acho que eu devo ter pegado alguma coisa naquelas notas lá do mercado, Deus e o mundo botam as mãos naquilo.
Lucas: Deus também?
Bianca: É, Lucas.
Natália: Então é abençoado.
Bianca: É...
Natália: Já pensou se isso aí é uma bênção?
Bianca: Se isso aqui for uma bênção, eu não quero ser abençoada nunca.
Natália: Não fala bobagem, isso é até pecado.
Lucas: É, tu não conhece a bênção da Cutícula Seca?
Natália: É que nem a bênção das Sete Pragas do Egito.
Lucas: É.
Bianca: ¬¬
Bianca: Vou ser obrigada a ir num dermatologista, isso não pode ser normal.
Lucas: O que?
Bianca: Esses meus dedos secos nas pontas.
Lucas: Também, tu tá sempre arrancando essas cutículas.
Bianca: Não é por isso, acho que eu devo ter pegado alguma coisa naquelas notas lá do mercado, Deus e o mundo botam as mãos naquilo.
Lucas: Deus também?
Bianca: É, Lucas.
Natália: Então é abençoado.
Bianca: É...
Natália: Já pensou se isso aí é uma bênção?
Bianca: Se isso aqui for uma bênção, eu não quero ser abençoada nunca.
Natália: Não fala bobagem, isso é até pecado.
Lucas: É, tu não conhece a bênção da Cutícula Seca?
Natália: É que nem a bênção das Sete Pragas do Egito.
Lucas: É.
Bianca: ¬¬
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Past keeps on fading... Gooooood!!!
"And everything changes
And friends become strangers
And what we hold so dear slips away"*
E pensar que eu passei anos da minha vida chorando de saudade de coisas que passaram. As coisas mudam mesmo, e alguns amigos se tornam mesmo estranhos, e tudo que a gente mais prezava, se vai.
E daí?
Eu que achava que nada mais ia ser como era no passado, agora choro de saudade do futuro...
*Spring Street - Vanessa Carlton
And friends become strangers
And what we hold so dear slips away"*
E pensar que eu passei anos da minha vida chorando de saudade de coisas que passaram. As coisas mudam mesmo, e alguns amigos se tornam mesmo estranhos, e tudo que a gente mais prezava, se vai.
E daí?
Eu que achava que nada mais ia ser como era no passado, agora choro de saudade do futuro...
*Spring Street - Vanessa Carlton
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Novidade...
Eu queria escrever aqui, mas não queria falar de novo sobre a mesma coisa de sempre. Quer dizer, eu queria falar sobre a mesma coisa de sempre, mas não queria que parecesse repetitivo, só que se eu falar vai parecer (e vai ser) repetitivo, então, não vou falar sobre a mesma coisa de sempre.
Vou falar sobre outra coisa (ou outras coisas, depende do que vai vindo).

Minha prima teve nenê. Até agora eu não acredito, mas ela teve nenê. Eu já vi ele, já peguei ele no colo, já acordei de noite com o chorinho dele, já ajudei ela a dar de mamar, a dar banho, ele já dormiu no meu colo segurando a minha mão. Mas eu ainda não acredito que a minha prima do capeta teve nenê! Não é uma coisa assim tão inacreditável: uma menina teve um filho. Pronto. Mas eu não consigo olhar pra ela e olhar pra ele e conceber que ele é filho dela. Acho que eu não devo ser a única a sentir isso, passou tão rápido e... Meu Deus, a Camila é mãe...
Vou ter aula só de manhã esse semestre. Nada mais de dormir na aula da tarde, graças a Deus! Por outro lado, o preço pago por isso são duas cadeiras de inglês num mesmo semestre (coisas do sistema super flexível de horários e de cadeiras: quando dá certo o horário, não dá certo a cadeira. E vice-versa). Não quero nem ver... Mas, pelo menos não vou mais dormir na aula!
Meu irmão tá tão chato que parece até que tá com TPM. E meu outro irmão tá na casa da minha prima do capeta que teve nenê e que eu ainda não acredito. Minha irmã deve estar no quarto dela, e... Deixa ela lá no quarto dela. E a irmã do Calil tá grávida! Eu fiquei tão feliz que cheguei a dar um grito quando li a mensagem!
E eu estou em contenção total de despesas. Tenho que me casar (não, não estou grávida)! Então, espero que ninguém me peça dinheiro, nem me convide pra ir a lugares onde eu vá gastar mais de 10 reais e nem faça aniversário. Se bem que aqui em casa todo mundo já tá careca de escutar minha frase mais proferida: "Não tenho dinheiro". E vão continuar ouvindo! (Tem gente em Paranavaí que também está 'careca' de ouvir isso!)
Olha só! Falando em Paranavaí (quase esqueço, sorte que toquei no assunto!)... Eu estive lá (não estou falando sobre a mesma coisa de sempre, eu nunca tinha estado em Paranavaí :p). A viagem de ida parecia que não acabava nunca mais. Na volta, infelizmente eu consegui não perder o ônibus. É tão bom estar em Paranavaí... Fiquei lá 17 dias; podia ficar o resto da vida, sofrendo apenas de um pouco de saudade do Sul. Foi muito, muito bom conhecer todo mundo lá, a família e os amigos do Calil. Gostei de todo mundo, do lugar, da casa, do carro, do gato, do xis, de tudo! Gostei mais ainda de passar um pouco mais do que 3 dias perto do amor da minha vida e estar lá, pelo menos uma vez, pra ver ele chegar do trabalho. Parece mentira que eu tenha ido até lá. Não muito tempo atrás, isso era uma coisa muito distante da realidade, fora de cogitação. Parece mentira também que tenha sido possível eu me apaixonar ainda mais por ele, tanto que, mesmo que eu quisesse, não teria como dizer.
Estou feliz, plenamente. Mas eu não vou falar de novo sobre a mesma coisa de sempre...
Vou falar sobre outra coisa (ou outras coisas, depende do que vai vindo).

Minha prima teve nenê. Até agora eu não acredito, mas ela teve nenê. Eu já vi ele, já peguei ele no colo, já acordei de noite com o chorinho dele, já ajudei ela a dar de mamar, a dar banho, ele já dormiu no meu colo segurando a minha mão. Mas eu ainda não acredito que a minha prima do capeta teve nenê! Não é uma coisa assim tão inacreditável: uma menina teve um filho. Pronto. Mas eu não consigo olhar pra ela e olhar pra ele e conceber que ele é filho dela. Acho que eu não devo ser a única a sentir isso, passou tão rápido e... Meu Deus, a Camila é mãe...
Vou ter aula só de manhã esse semestre. Nada mais de dormir na aula da tarde, graças a Deus! Por outro lado, o preço pago por isso são duas cadeiras de inglês num mesmo semestre (coisas do sistema super flexível de horários e de cadeiras: quando dá certo o horário, não dá certo a cadeira. E vice-versa). Não quero nem ver... Mas, pelo menos não vou mais dormir na aula!
Meu irmão tá tão chato que parece até que tá com TPM. E meu outro irmão tá na casa da minha prima do capeta que teve nenê e que eu ainda não acredito. Minha irmã deve estar no quarto dela, e... Deixa ela lá no quarto dela. E a irmã do Calil tá grávida! Eu fiquei tão feliz que cheguei a dar um grito quando li a mensagem!
E eu estou em contenção total de despesas. Tenho que me casar (não, não estou grávida)! Então, espero que ninguém me peça dinheiro, nem me convide pra ir a lugares onde eu vá gastar mais de 10 reais e nem faça aniversário. Se bem que aqui em casa todo mundo já tá careca de escutar minha frase mais proferida: "Não tenho dinheiro". E vão continuar ouvindo! (Tem gente em Paranavaí que também está 'careca' de ouvir isso!)
Olha só! Falando em Paranavaí (quase esqueço, sorte que toquei no assunto!)... Eu estive lá (não estou falando sobre a mesma coisa de sempre, eu nunca tinha estado em Paranavaí :p). A viagem de ida parecia que não acabava nunca mais. Na volta, infelizmente eu consegui não perder o ônibus. É tão bom estar em Paranavaí... Fiquei lá 17 dias; podia ficar o resto da vida, sofrendo apenas de um pouco de saudade do Sul. Foi muito, muito bom conhecer todo mundo lá, a família e os amigos do Calil. Gostei de todo mundo, do lugar, da casa, do carro, do gato, do xis, de tudo! Gostei mais ainda de passar um pouco mais do que 3 dias perto do amor da minha vida e estar lá, pelo menos uma vez, pra ver ele chegar do trabalho. Parece mentira que eu tenha ido até lá. Não muito tempo atrás, isso era uma coisa muito distante da realidade, fora de cogitação. Parece mentira também que tenha sido possível eu me apaixonar ainda mais por ele, tanto que, mesmo que eu quisesse, não teria como dizer.
Estou feliz, plenamente. Mas eu não vou falar de novo sobre a mesma coisa de sempre...
domingo, 14 de dezembro de 2008
Achado!
"A ambição, a posse, a inquietação geradora de insegurança - ciúme, incerteza, ansiedade afetiva, cobrança de carinhos e atenções-, a necessidade de ser amado caracterizam o estágio do amor infantil, obsessivo, dominador, que pensa exclusivamente em si antes que no ser amado.
A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não-dependência, não-exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, IMORREDOURO...
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alterem as manifestações de afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível".
Joana de Ângelis
...
A confiança, suave-doce e tranqüila, a alegria natural e sem alarde, a exteriorização do bem que se pode e se deve executar, a compaixão dinâmica, a não-posse, não-dependência, não-exigência, são benesses do amor pleno, pacificador, IMORREDOURO...
Mesmo que se modifiquem os quadros existenciais, que se alterem as manifestações de afetividade do ser amado, o amor permanece libertador, confiante, indestrutível".
Joana de Ângelis
...
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
I forgot!
Tô com uma coisa assim... Não sei. Às vezes tudo está tão bom. Às vezes eu queria mesmo que as coisas fossem diferentes. Alterações de humor? De idéia? De ponto de vista? De tempo, quem sabe (esse tempo é doido mesmo, deve fazer as pessoas doidas também). Só sei que agora não sei. Não sei nem o que dar de amigo secreto, e eu tenho dois! Várias coisas eu não sei. Não sei um assunto bom pro meu TCC que se aproxima. Não sei fazer croché. Não sei o que eu faria com o filho da mãe que anda me deixando recados no tanque da moto. Não sei que dia vou comprar minha passagem. Não sei se a Ju vai junto comer pizza. E tem umas coisas que eu sei. Sei quando uma subordinada adjetiva é restritiva ou explicativa. Se bem que, na prova, a professora me coloca lá "desconsiderando o uso ou não da vírgula, sublinhe a oração subordinada adjetiva e diga se é explicativa ou restritiva". Desconsiderando o uso da vírgula! Primeiro ela diz que se tem virgula é explicativa e se não tem é restritiva, depois diz pra desconsiderar! Sei que as aulas vão até dia 19, mas o dia certo que não preciso mais ir, não sei. Sei que às vezes o Word corrige as palavras, mas não sei por que não está fazendo isso agora (isso porque eu estou digitando no Word antes de postar, pra já ir corrigindo¬¬). Na verdade saber mesmo, saber saber assim, eu não sei nada. Acabo de concluir. Além de não saber um monte de coisas, achar que sei outro tanto de coisas, uma coisa eu sei: tudo que eu saiba agora, poderei ter esquecido no próximo minuto. Se for pressionada, esqueço ainda antes. Verdade e sério e eu odeio!
Aaaaaaaaaaaaahhhhhhh que agoniaaaa!!!! Deu de escrever bobice (olha o raio do Word corrigindo as palavras agora. Por quê???)
Juro que eu ia escrever uma coisa agora e esqueci. Nem vou tentar lembrar.
O Calil disse que o post aí embaixo ficou mala, mas eu não acho!
Daí vim postar de novo, mas escrevi uma bobagem em cima da outra...
Aaaaaaaaaaaaahhhhhhh que agoniaaaa!!!! Deu de escrever bobice (olha o raio do Word corrigindo as palavras agora. Por quê???)
Juro que eu ia escrever uma coisa agora e esqueci. Nem vou tentar lembrar.
O Calil disse que o post aí embaixo ficou mala, mas eu não acho!
Daí vim postar de novo, mas escrevi uma bobagem em cima da outra...
domingo, 30 de novembro de 2008
Ann is coming from Finland
Ann, I'm very happy because you are going to visit me. Initially, I didn't believe when you said that you would come to Brazil, but it has already happened to me, and now, I'm almost married with a 'net friend'. So, I believe you are really coming (aren't you??) (no, I don't want to get married with you!!!).
Ok Ann, pay attention to my words, they can be very important:
· When you arrive here, you are going to be in Brazil.
· If you are in Brazil, you have to eat Brazilian food, use Brazilian money and buy Brazilian things (you can eat Italian, Chinese or German food and buy things from another countries, but always paying with Brazilian money).
· As you are coming to my house, and I live in Rio Grande do Sul, as soon as you arrive here, you are going to be in Rio Grande do Sul. Listen: you shouldn't compare us with the rest of Brazil. Many years ago, we had a big war here and it didn't work out as we wanted. Because of this, we don't like the rest of Brazil very much (I do, but I prefer us!!!).
· If you take a bus, you have to enter by the front door. If you take a taxi, you can choose. But there are no taxis here where I live. We are going out by motorcycle (so, you don't have to worry about the bus door).
· Do you know 'chimarrão'? Of course you don't. I think you should try it! It's a kind of bitter and hot and green drink. It's weird, but we love it! In other parts of Brazil, people drink it with cold lemon juice, instead of hot water, but we are stronger than them.
So, Ann, I think that's it. With these tips, you can survive here. I'm waiting for you!
(nada a ver, mas faz tempo que eu não venho aqui, e eu não tinha o que escrever...)
Ok Ann, pay attention to my words, they can be very important:
· When you arrive here, you are going to be in Brazil.
· If you are in Brazil, you have to eat Brazilian food, use Brazilian money and buy Brazilian things (you can eat Italian, Chinese or German food and buy things from another countries, but always paying with Brazilian money).
· As you are coming to my house, and I live in Rio Grande do Sul, as soon as you arrive here, you are going to be in Rio Grande do Sul. Listen: you shouldn't compare us with the rest of Brazil. Many years ago, we had a big war here and it didn't work out as we wanted. Because of this, we don't like the rest of Brazil very much (I do, but I prefer us!!!).
· If you take a bus, you have to enter by the front door. If you take a taxi, you can choose. But there are no taxis here where I live. We are going out by motorcycle (so, you don't have to worry about the bus door).
· Do you know 'chimarrão'? Of course you don't. I think you should try it! It's a kind of bitter and hot and green drink. It's weird, but we love it! In other parts of Brazil, people drink it with cold lemon juice, instead of hot water, but we are stronger than them.
So, Ann, I think that's it. With these tips, you can survive here. I'm waiting for you!
(nada a ver, mas faz tempo que eu não venho aqui, e eu não tinha o que escrever...)
domingo, 26 de outubro de 2008
Metalinguagem
E daí que eu tenho outras coisas pra fazer? Eu vou fazer amanhã. Agora eu quero escrever aqui.
Tá, e daí que eu não sei o que escrever aqui? O blog é de quem? Eu escrevo o que eu quiser aqui. Igual meu TCC que daqui a pouco eu tenho que começar a pensar sobre e não faço a menor idéia do que vai ser. Eu vou escrever sobre o que eu quiser. O TCC é de quem??
Quero escrever aqui e vou escrever, ou será que nem pra isso eu me governo? Se eu quisesse, eu nem escrevia nada. (o TC mesmo se eu não quiser vou ter que escrever) (e pelo menos já sei que vai ser na área de Letras) (cala essa boca, Natália) (era só o que me faltava).
Acabei de tomar uma xícara de café. Isso vai me manter acordada até decidir o que escrever. (o objetivo era ficar acordada pra ler umas coisas, mas... eu leio depois) (eu tenho mesmo que ler).
Passei uns apertos essa semana. (bem apertados) (no coração).
Não vai parar nunca mais essa chuva. (eu gosto de chuva) (quando não tenho que sair de casa) (mas se eu não tiver que sair por muitos dias, é melhor não chover por muitos dias).
Faz uma semana e dois dias que não rôo unha. (tomei consciência de que é muito mais bonito não roer unha) (tá, não tomei consciência coisa nenhuma, não dá pra roer unha de aparelho) (nos dentes).
Daqui uns dias esse 'rôo' aí não vai mais ter chapéuzinho. (grande coisa) (se eu voltar a roer unha, isso não vai fazer a menor diferença) (mesmo se eu não voltar, não vai fazer a menor diferença) (e chapéuzinho também não vai mais ter risquinho) (bah, o que vai ter de gente fazendo TCC sobre o novo acordo ortográfico vai ser uma coisa linda de se ver) (coisa mais linda) (eu não vou querer ver nada).
Passou a vontade de escrever, mas agora já escrevi. Se eu não quisesse, nem postava. Mas eu vou postar, fui eu que escrevi. O post é de quem???
Seria tão bom se as pessoas cuidassem da própria vida. (não tem ninguém cuidando da minha vida) (não que eu saiba).
Esse texto não é dirigido a absolutamente ninguém (ele não precisa nem ser lido, se ninguém quiser ler) (não vai mudar nada) (mas se alguém quiser ler, pode ler) (também não vai mudar nada).
Cabe aqui uma frase que chega a ser uma citação (vai sem referência nem direitos autorais porque já é de domínio público) (de uma comunidade lingüística específica) (lingüística com ¨ ainda) (e vai escrita desse jeito mesmo que a gente fala) (eu não falo, mas um dia posso vir a falar) (porque eu falo o que eu quiser):
NÃO TE MÉÉÉTE!!! (com bastante acento no 'e' pra ficar bem 'é').
(quem sabe um dia não vão acentuar vogal aberta de paroxítonas terminadas em 'te'...)
Tá, e daí que eu não sei o que escrever aqui? O blog é de quem? Eu escrevo o que eu quiser aqui. Igual meu TCC que daqui a pouco eu tenho que começar a pensar sobre e não faço a menor idéia do que vai ser. Eu vou escrever sobre o que eu quiser. O TCC é de quem??
Quero escrever aqui e vou escrever, ou será que nem pra isso eu me governo? Se eu quisesse, eu nem escrevia nada. (o TC mesmo se eu não quiser vou ter que escrever) (e pelo menos já sei que vai ser na área de Letras) (cala essa boca, Natália) (era só o que me faltava).
Acabei de tomar uma xícara de café. Isso vai me manter acordada até decidir o que escrever. (o objetivo era ficar acordada pra ler umas coisas, mas... eu leio depois) (eu tenho mesmo que ler).
Passei uns apertos essa semana. (bem apertados) (no coração).
Não vai parar nunca mais essa chuva. (eu gosto de chuva) (quando não tenho que sair de casa) (mas se eu não tiver que sair por muitos dias, é melhor não chover por muitos dias).
Faz uma semana e dois dias que não rôo unha. (tomei consciência de que é muito mais bonito não roer unha) (tá, não tomei consciência coisa nenhuma, não dá pra roer unha de aparelho) (nos dentes).
Daqui uns dias esse 'rôo' aí não vai mais ter chapéuzinho. (grande coisa) (se eu voltar a roer unha, isso não vai fazer a menor diferença) (mesmo se eu não voltar, não vai fazer a menor diferença) (e chapéuzinho também não vai mais ter risquinho) (bah, o que vai ter de gente fazendo TCC sobre o novo acordo ortográfico vai ser uma coisa linda de se ver) (coisa mais linda) (eu não vou querer ver nada).
Passou a vontade de escrever, mas agora já escrevi. Se eu não quisesse, nem postava. Mas eu vou postar, fui eu que escrevi. O post é de quem???
Seria tão bom se as pessoas cuidassem da própria vida. (não tem ninguém cuidando da minha vida) (não que eu saiba).
Esse texto não é dirigido a absolutamente ninguém (ele não precisa nem ser lido, se ninguém quiser ler) (não vai mudar nada) (mas se alguém quiser ler, pode ler) (também não vai mudar nada).
Cabe aqui uma frase que chega a ser uma citação (vai sem referência nem direitos autorais porque já é de domínio público) (de uma comunidade lingüística específica) (lingüística com ¨ ainda) (e vai escrita desse jeito mesmo que a gente fala) (eu não falo, mas um dia posso vir a falar) (porque eu falo o que eu quiser):
NÃO TE MÉÉÉTE!!! (com bastante acento no 'e' pra ficar bem 'é').
(quem sabe um dia não vão acentuar vogal aberta de paroxítonas terminadas em 'te'...)
Assinar:
Postagens (Atom)