Não sou dessas pessoas que passam o tempo todo reclamando da vida.
Já fui, é verdade! Fui implicante e pessimista. Não que hoje eu seja um exemplo de otimismo e bom humor, só penso que sempre dá pra se olhar a coisa pelo lado bom. É isso que tento fazer. Mas, como qualquer pessoa normal, os vestígios de raiva, mau humor e falta de paciência afloram de vez em quando. E, obviamente, quando isso acontece, eles deixam de ser vestígios.
Resumindo, tenho de admitir que ontem não foi um dia bom.
É muito incrível e impressionante como pequenas coisas podem causar grandes coisas. Pequenos gestos podem causar grandes aborrecimentos. Pequenas palavras podem me fazer chorar...
É incrível, também, como as pessoas têm a grande e capacidade de transformar gotas d’água em tempestades. Chega a ser invejável...
Soma-se a isso a vontade imensurável de querer uma coisa que, no momento, me era (e é) impossível. Soma-se, talvez, uma coisa chamada TPM, que eu nem tenho, mas que ontem parece que resolveu colaborar (principalmente com a vontade quase incontrolável de chorar). Pronto. Tenho uma bela maneira acabar com meu dia, que não é curto.
Mas, embora tenha tido um dia ‘meia boca’ ontem, não me dou por vencida. Hoje começo este, se não com bom humor, com boa vontade! À noite vou pra aula de inglês ouvir a professora perguntar “how was your weekend?”, e invariavelmente, responder que não me lembro e rir de mim mesma!
Ultimamente tenho andado em “estado de graça”, como diz a Mi! Meus momentos de fúria têm sido pequenos e raros. Ontem foi um deles e, ainda assim, a fúria foi só interior.
Tenho coisas muito mais importantes e/ou grandiosas pra me ocupar.
E nem posso dizer que comecei a semana mal: já era segunda-feira quando desligamos o telefone...
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